Em Reriutaba, as escolas estaduais: E.E.E.F.M. Coronel Alfredo Silvano e E.E.E.P. Francisca Castro de Mesquita aderiram a greve e mostram que sabem lutar por seus direitos, que os professores merecem respeito e serem visto com bons olhos por toda sociedade.
Ao fracassar negociações entre governo e o Sindicato Apeoc, a promessa é fazer a maior paralisação da categoria na história da Educação do Ceará.
Cem por cento dos professores da rede pública estadual vão parar as atividades a partir de hoje. Pelo menos é esta a expectativa do Sindicato-Apeoc, prevendo que a paralisação será a maior da história da Educação do Ceará. Durante toda a semana, mobilizações foram realizadas na Capital e no interior, para informar e orientar educadores, alunos e pais sobre os motivos da greve.
O presidente da Apeoc, professor Anízio Melo, disse que o apoio dos professores é total.
Segundo ele, a luta da categoria ultrapassa a questão salarial, tornando-se uma briga pela continuidade da carreira de magistério. O professor disse que a greve foi o último instrumento de reivindicação da classe que não concordou com as propostas oferecidas pelo governo do Estado.
“A proposta do governo acaba com toda a estrutura de carreira que conquistamos através da Lei 12.066.
Ela nos garante planos de cargo e salário, promoção por titulação e tempo de serviço, regência de classe e, principalmente, diferença salarial de acordo com a formação. Todas essas garantias foram extintas pela proposta imposta pelo governador”, ressaltou.
Anízio Melo disse ainda que o acordo colocado pelo governo elimina as perspectivas de avanço salarial, fazendo com que 80% dos professores estaduais não tenham qualquer tipo de ganho real na remuneração.
“O governo acabou com qualquer planejamento de carreira. Na última quarta-feira, tínhamos uma reunião marcada na Seduc [Secretaria de Educação do Estado], mas ela foi cancelada”, lamentou.
Ao fracassar negociações entre governo e o Sindicato Apeoc, a promessa é fazer a maior paralisação da categoria na história da Educação do Ceará.
Cem por cento dos professores da rede pública estadual vão parar as atividades a partir de hoje. Pelo menos é esta a expectativa do Sindicato-Apeoc, prevendo que a paralisação será a maior da história da Educação do Ceará. Durante toda a semana, mobilizações foram realizadas na Capital e no interior, para informar e orientar educadores, alunos e pais sobre os motivos da greve.
O presidente da Apeoc, professor Anízio Melo, disse que o apoio dos professores é total.
Segundo ele, a luta da categoria ultrapassa a questão salarial, tornando-se uma briga pela continuidade da carreira de magistério. O professor disse que a greve foi o último instrumento de reivindicação da classe que não concordou com as propostas oferecidas pelo governo do Estado.
“A proposta do governo acaba com toda a estrutura de carreira que conquistamos através da Lei 12.066.
Ela nos garante planos de cargo e salário, promoção por titulação e tempo de serviço, regência de classe e, principalmente, diferença salarial de acordo com a formação. Todas essas garantias foram extintas pela proposta imposta pelo governador”, ressaltou.
Anízio Melo disse ainda que o acordo colocado pelo governo elimina as perspectivas de avanço salarial, fazendo com que 80% dos professores estaduais não tenham qualquer tipo de ganho real na remuneração.
“O governo acabou com qualquer planejamento de carreira. Na última quarta-feira, tínhamos uma reunião marcada na Seduc [Secretaria de Educação do Estado], mas ela foi cancelada”, lamentou.
Fonte: Leomário Muniz
Um comentário:
Não sei por que essa greve não acaba logo !
Só os alunos que ficam prejudicados com isso, tudo culpa dos governantes !
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